segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Minha carta de alforia
talvez, no passado eu tenha sido um escravo, aprizionado, condenado a morrer de exaustão, sem oportunidade na vida, ser assoitado pelo capataz, ser vitima da violência, incontrolavel do capitão do mato, sedento por sangue, covarde e cruel. Hoje, sou escravo, sou condenado pelo mágnata, eles não querem ver-me com um diploma de faculdade na mão, poís sabem o quão perigoso eu sou, minha mente, faz mais estrago do que vários exércitos armados, meu raciocinio lento, mas astuto e violento para pensar, sou perseguido pelos capitães do mato, invejosos que não querem meu sucesso, me condenam, ao salário baixo, as piores profissões, e ao mau ensino, me sujeitando aos insultos, dos senhores de engenho, que se julgam os donos do mundo, quero minha carta de alforia, para mostra, do que sou capaz, minhas hábilidades ainda não descorbetas. Ao senhor de engenho, ao capitão do mato, ao feitor, aqueles que querem ver-me acorrentado na senzala, sinto muito, mas eu não desisto, sou otimista e considero que já venci, porisso, já não adianta de mais nada, a minha carta de alforia.
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